Aceite uma situação que não pode mudar "Aceite. Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar." Perdoe "Deixe ir uma situação que está te causando dor… você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação."
Informação só se torna conhecimento quando assimilada, e colocada em pratica |
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Ouça seu corpo, ele é mais inteligente que você!
sábado, 28 de maio de 2016
Mulheres, vocês conhecem seu corpo? Sua vagina?
Muitas mulheres, as vezes motivadas por tabus, desconhecem os detalhes e não dedicam a atenção necessária à sua própria vagina. Esse é um comportamento equivocado, já que é importante para a população feminina ter intimidade com o corpo e conhecimento sobre o órgão sexual. O que se sabe é que o distanciamento pode gerar muitas frustrações emocionais.
Falta de intimidade com a vagina
Pesquisa do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), identificou que 40% das mulheres brasileiras não se masturbavam.
A falta de conhecimento do corpo, para especialistas, ocorre pela cultura, já que as meninas muitas vezes crescem com a ideia de que não devem manifestar desejos sexuais. Como ato involuntário, acaba reprimindo suas vontades.
A falta de manifestação dos desejos sexuais faz muitas jovens não terem intimidade com a vagina. Isso também faz as mulheres demorarem a alcançar um orgasmo, pois não sabem o que é prazeroso ou não. Consequentemente, não dizem ao parceiro o que as estimula.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Você tem dor na bexiga? Vontade de urinar toda hora? Dor na relação sexual?
Esses sintomas podem ser decorrentes de uma patologia chamada: Cistite intersticial (CI) que é uma síndrome de etiologia desconhecida, multifatorial, que provoca sintomas no trato urinário inferior como aumento na frequência urinária, urgência miccional, noctúria, acompanhada de dor vesical que frequentemente é aliviada após a micção. A prevalência é maior nas mulheres, que podem apresentar dor em região suprapúbica, perineal, vaginal e, não raramente, dispareunia. A conduta terapêutica é difícil, pela baixa eficácia nos tratamentos oferecidos e pelo alto impacto da doença na qualidade de vida dos pacientes.
A fisioterapia é um tratamento promissor e de papel fundamental na melhora sintomatológica e redução da disfunção do assoalho pélvico, que comumente acometem os portadores desta dessa síndrome. Apesar da escassez de trabalhos científicos, principalmente no Brasil, utilizando apenas técnicas fisioterapêuticas, esta revisão discutiu o papel da fisioterapia na CI, enfatizando a terapia manual para o assoalho pélvico (massagem perineal) e a terapia comportamental como técnicas mais empregadas para alívio dos sintomas e melhoria na qualidade de vida dos pacientes.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Fisioterapia pré-parto! Qual a importância?
Fonte: perineo.net
A fisioterapia no pré parto tem o objectivo de ajudar grávida na adaptação das alterações biomecânicas para que ela possa desfrutar esta etapa tão especial com o máximo de conforto e segurança. Técnicas de massagens e alongamentos são utilizadas para as dores nas costas, pescoço, pernas e ciática.
O períneo da grávida é preparado para suportar a sobrecarga de peso prevenindo assim a incontinência urinária, fecal e osprolapsos. As grávidas com muito edema podem se beneficiar com exercícios metabólicos e drenagem linfática.
As mulheres que desejam o parto natural devem ter maior atenção a estas indicações e precisam trabalhar muito o relaxamento e alongamento perineal. Os músculos do períneosão a última barreira que o bebê encontra durante o nascimento e, ao contrário do colo do útero, eles não passam pelo processo de dilatação, eles são estirados durante a passagem do bebe.
Técnicas de respiração, relaxamento e expulsão são ensinadas para que o trabalho de parto decorra de uma maneira tranquila e agradável, o pai também pode participar de algumas sessões para se preparar para ajudar durante o trabalho de parto.

