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sábado, 28 de maio de 2016

Mulheres, vocês conhecem seu corpo? Sua vagina?

Muitas mulheres, as vezes motivadas por tabus, desconhecem os detalhes e não dedicam a atenção necessária  à sua própria vagina. Esse é um comportamento equivocado, já que é importante para a população feminina ter intimidade com o corpo e conhecimento sobre o órgão sexual. O que se sabe é que o distanciamento pode gerar muitas frustrações emocionais.

 

Falta de intimidade com a vagina

 

Pesquisa do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), identificou que 40% das mulheres brasileiras não se masturbavam.

 

A falta de conhecimento do corpo, para especialistas, ocorre pela cultura, já que as meninas muitas vezes crescem com a ideia de que não devem manifestar desejos sexuais. Como ato involuntário, acaba reprimindo suas vontades.

 

A falta de manifestação dos desejos sexuais faz muitas jovens não terem intimidade com a vagina. Isso também faz as mulheres demorarem a alcançar um orgasmo, pois não sabem o que é prazeroso ou não. Consequentemente, não dizem ao parceiro o que as estimula.


segunda-feira, 16 de março de 2015

Exercícios físicos evitam perda do desejo sexual

Pesquisa constata que mulheres sedentárias têm mais problemas de libido do que as ativas

Fonte: jornal O DIA do RJ

Rio - Ao liberarem hormônios que geram bem-estar e prazer, as atividades físicas podem evitar a perda do desejo sexual, um dos principais problemas enfrentados por mulheres de meia idade. Após analisar 370 voluntárias entre 40 e 65 anos, pesquisadores brasileiros constataram que 67% delas apresentaram algum grau de disfunção sexual. Entre as mulheres sedentárias, a taxa foi maior (79%) quando comparadas às ativas (57%). 

Ginástica libera hormônios que geram bem-estar, por isso atividade é fundamental na meia idade
Foto:  Istock

Durante o estudo ‘Atividade Física e Função Sexual em Mulheres de Meia Idade’, publicado na Revista da Associação Médica Brasileira, os cientistas utilizaram a escala Female Sexual Function Index (FSFI) para avaliar a atividade sexual das voluntárias, seja no quesito desejo, orgasmo, lubrificação ou excitação. Na FSFI, é considerado bom nível sexual quem obtém número maior que 26,55. Entre as participantes da pesquisa que sofrem de alguma disfunção sexual, as sedentárias obtiveram resultado de 15,6, em média. Já as ativas, de 20,9. 

O principal fator que leva à diminuição do desejo sexual é a menopausa. Segundo Décio Luis Alves, integrante da diretoria da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro, esse período propicia uma perda de hormônios responsáveis pelo estímulo de bem-estar, como estrogênio e a testosterona. “A queda dos hormônios está diretamente ligada à diminuição da libido, inclusive com a queda da lubrificação”. 

Décio ressalta que o exercício físico regula os ciclos menstruais, além de melhorar o fluxo do hormônio DHEA, que libera a testosterona. “Com a atividade, o organismo produz mais endorfina e serotonina, hormônios relacionados ao prazer, e a mulher cria maior autoestima e mantém o peso, ajudando, assim, a produção de libido. O exercício físico dá mais força e agilidade”, afirma.

Avaliação médica indica melhor tipo de tratamento 

As mulheres que tiverem problemas de perda de desejo sexual podem procurar, além de exercícios físicos, um tratamento com remédios hormonais. “Esse tipo de medicamento ajuda a reprodução hormonal. Antes e durante o tratamento é preciso fazer alguns exames, como mamografia e ultrassonografia, para saber qual será o melhor tratamento e se a pessoa não tem alguma doença grave”, alerta Décio. 

Caso o exercício físico e os medicamentos hormonais não funcionem, o ideal é procurar a ajuda de um psicólogo ou um sexólogo. “Por vezes, essas mulheres podem ter problemas no relacionamento ou algum motivo que as inibam de ter relação sexual, como religião”, acrescenta o especialista.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Quais fatores podem ocasionar frigidez feminina?

Por Eliane Marçal - psicóloga clínica


Frigidez feminina é falta de amor, carinho, desejo e excitação. É considerada uma disfunção ou alteração da função sexual apresentada como bloqueio parcial ou total da resposta psicológica e fisiológica da excitação. As características são déficit ou falta de fantasias sexuais e ausência do desejo de ter qualquer atividade sexual, levando a dificuldades de relacionamento e sofrimento. 

Este transtorno pode acometer a mulher durante toda a vida afetiva, por um determinado período em função de uma circunstância limitante ou no relacionamento com o parceiro. Fatores físicos e psicológicos determinam o aparecimento desse quadro. Físicos: dor na relação sexual, alterações hormonais, debilidade física por doença ou uso inadequado de remédios etc. Os fatores psicológicos causadores da frigidez feminina vão do desconhecimento do próprio corpo, em mulheres que recebem educação castradora, ao medo de engravidar, religião, crendices, experiência obstétrica traumática, envelhecimento e violência sexual - abuso e estupro. 

Mulheres que se cobram aquém do que gostariam acabam se preocupando mais com o desempenho do que com a satisfação. Ou não gostam de seus corpos, sentem vergonha dos órgãos genitais, se acham fora de forma; deixando-as pouco a vontade na hora de se expor; e passam a negar sua sexualidade e atividade ligada a este aspecto das suas vidas. 

Muitos homens perguntam ao final da relação sexual se a mulher está satisfeita muito mais como uma prerrogativa do que preocupação de fato. Mas a baixa autoestima faz a mulher aceitar o relacionamento precário com sua sexualidade e passar momentos de sua vida sem desfrutar do prazer que é digno e merecido de todas as pessoas. 

A revolução feminina trouxe benefícios à mulher e sua sexualidade, mas ainda hoje existem as que sofrem sozinhas ou fingem prazer que nunca tiveram para manter relacionamentos vazios por não acreditarem que podem e devem ter uma sexualidade prazerosa e feliz. 


domingo, 16 de junho de 2013

Incontinência urinária causa depressão em mulheres com menos 65 anos


Mulheres têm que abrir mão de atividades por causa do problema




Mulheres com idades entre 43 e 65 anos são mais propensas a sofrer depressão por problemas de saúde comuns, como incontinência urinária, descobriu uma pesquisa da Universidade de Adelaide. Segundo o pesquisador Jodie Avery, as mulheres até 65 anos foram mais prováveis a ficarem deprimidas com o problema do que as com idades entre 65 e 89 anos. 

Jodie explicou que a autoestima das mulheres mais jovens tende a ser duramente atingida pela incontinência urinária, enquanto as mulheres mais velhas são mais resistentes e aceitam a condição. Questões-chave para as mais jovens, como vida sexual, familiar, esportes e lazer, são afetadas pela doença. 

No auge da vida, a pesquisadora disse que as mulheres com incontinência costumam reclamar que não podem mais ir à academia, passear ou dançar sem se preocupar com o problema. A incontinência urinária atinge cerca de 35% da população feminina e a principal causa é a gravidez.

"Nossos estudos mostram que 20% da população incontinente têm depressão”, disse Jodie. Os doentes são resistentes a pedir ajuda, mas o aconselhamento é importante. 

A primeira opção de tratamento para incontinência urinária é sempre a fisioterapia, e nos casos que a fisioterapia não resolver 100%, deve ser indicado a cirurgia.

Faça uma avaliação fisioterapêutica especifica!

Elaine Spinassé Camillato
Fisioterapeuta

Esp. Uroginecologia, Obstetrícia, Proctologia e Sexualidade

Mestre em Ciências da Saúde
8801 6434

Rua do Ouro, 93, sala 502

Belo Horizonte