Vejam o nosso artigo ( Elaine Spinassé Camillato, Alexandre Barra e Agnaldo Lopes) publicado na revista Femina!
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
Feliz Natal e um abençoado 2013!!!
Que os sonhos, hoje apenas sonhos, num breve futuro se transformem em realidade.
Que o Manto Sagrado os cubra e os proteja, com saúde e felicidade.
Elaine Spinassé Camillato
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Fisioterapia na saúde da mulher e do homem: Dor na coluna durante a gravidez
Fisioterapia na saúde da mulher e do homem: Dor na coluna durante a gravidez: Dor na coluna durante a gravidez A presença de dor nas costas é um dos problemas mais comuns durante a gravidez. Estima-se que 50...
Dor na coluna durante a gravidez
A
presença de dor nas costas é um dos problemas mais comuns durante a gravidez.
Estima-se que 50 a 80% das mulheres
grávidas, apresentam algum tipo
de dor lombar. Essas dores aumentam principalmente se a
mulher apresentava esta queixa antes de engravidar. Além disso, esse sintoma
pode perdurar no período pós-parto e continuar interferindo em sua rotina
diária e, conseqüentemente, em sua qualidade de vida.
Existem dois tipos mais comuns de dor nas costas
durante a gravidez:
Localizada na região inferior da coluna, pode ou
não, sentir a dor irradiando para a perna.
Piora com fato de permanecer muito tempo sentada ou em pé.
2. DOR PÉLVICA POSTERIOR (SACRO-ILÍACA)
Piora com fato de permanecer muito tempo sentada ou em pé.
Quatro vezes mais freqüente do que a dor lombar,
a dor estende-se para os glúteos e região posterior da coxa, não ultrapassando o joelho. Pode ser bilateral e estar associada com dor na sínfise púbica. A dor não desaparece rapidamente com o repouso e geralmente persiste por um certo tempo após o nascimento da criança.
20% das mulheres apresentam tanto a dor lombar como a dor da sacro-ilíaca.
a dor estende-se para os glúteos e região posterior da coxa, não ultrapassando o joelho. Pode ser bilateral e estar associada com dor na sínfise púbica. A dor não desaparece rapidamente com o repouso e geralmente persiste por um certo tempo após o nascimento da criança.
20% das mulheres apresentam tanto a dor lombar como a dor da sacro-ilíaca.
FATORES DE RISCO PARA A DOR NA COLUNA NA GESTAÇÃO
·
Mulheres que já apresentavam dores nas costas antes
de engravidar
·
Virar-se na cama
·
Subir escadas
·
Ficar muito tempo sentada, principalmente com o
corpo inclinado para a frente (no computador)
·
Levantar–se de uma cadeira baixa
·
Sair do automóvel
·
Carregar peso
·
Girar o tronco
·
Usar sapato de salto alto (aumenta a lordose lombar)
·
Dirigir
·
Aumento de peso > 10 kg durante a gravidez
DOR NA COLUNA APÓS O NASCIMENTO DA CRIANÇA
Após o nascimento da criança, o corpo da mulher vai sofrer uma nova transformação, e, muitas vezes, neste processo, muitas mulheres apresentam dores na coluna. Isto também é desencadeado pela sua atividade com o bebê, que a coloca em posturas muitas vezes inadequadas durante o processo de amamentação e do banho.
Após o nascimento da criança, o corpo da mulher vai sofrer uma nova transformação, e, muitas vezes, neste processo, muitas mulheres apresentam dores na coluna. Isto também é desencadeado pela sua atividade com o bebê, que a coloca em posturas muitas vezes inadequadas durante o processo de amamentação e do banho.
TRATAMENTO
No
passado as mulheres tinham que aceitar a presença da dor nas costas,
simplesmente, como parte do processo da gestação. Hoje em dia sabemos que
existem causas específicas com tratamentos mais específicos. O objetivo é
manter uma boa função durante a gestação com o mínimo de desconforto.
Se sentir
dor nas costas, e/ou outros desconfortos procure um tratamento fisioterápico
especializado.
PREVINE-SE E CUIDE-SE
PARA UMA MATERNIDADE MAIS FELIZ
E SEM DORES!
Elaine
Spinassé Camillato
Especialista
em Uroginecologia e Obstetrícia
Mestre
em Ciências da Saúde
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
A Fisioterapia na Ejaculação Precoce
A
Fisioterapia na Ejaculação Precoce
A
ejaculação acontece no Sistema Nervoso Central Autônomo, ou seja, naquele
responsável por funções automáticas como a respiração, os batimentos cardíacos,
os movimentos dos intestinos entre outros. Assim, a ejaculação acontece
automaticamente, a partir de estímulos táteis, principalmente na glande do
pênis. No entanto, assim como podemos controlar a respiração, há como controlar a ejaculação. Para isso, é
necessário fazer muito exercício, tanto físico quanto mental.
Há
ejaculadores precoces que sofrem desse mal porque centralizam o prazer apenas
no seu órgão genital. Outros,
sofrem de problemas psicológicos como estresse, cansaço mental, traumas, culpa e
medo. Para tanto, é preciso ter um acompanhamento psicológico
também.
Todos
os homens são capazes de controlar o momento da ejaculação, mas é preciso ter
muita força de vontade. A fisioterapia tem técnicas que fazem com que o homem
consiga esse controle. O melhor desse tratamento é que ele não requer o
uso de medicamentos, por isso, não há contra-indicações.
Com
a fisioterapia, o paciente vai conhecer a sua anatomia através de uma didática
lógica, reabilitando o assoalho pélvico. Também será importante aprender como
funciona a região pélvica e a sua ligação com o resto do organismo através da
fisiologia para que a causa do problema seja tratada, além de fazer o corpo
trabalhar para a sua própria cura.
Há
vários modos de ser tratado com a fisioterapia, mas o mais usual é o local, que
utiliza aparelhos apropriados para a região genital. Cada
homem tem um número certo de sessões, pois ele depende muito da idade e da
causa da disfunção. Geralmente, 15 sessões são suficientes. Elas são feitas
uma vez por semana e têm, em média, 40 minutos de duração. A fisioterapia sempre tem
resultados positivos, pois o homem ganha auto-conhecimento e auto-confiança com esse tratamento,
podendo seguir a sua vida tranquilamente sem voltar a sofrer do mal, a não ser
que ele passe por alguma cirurgia na próstata, no abdômen ou no quadril.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Jô Entrevista a Fisioterapeuta Mônica Lopes 02-08-2012
Assistam esse vídeo!
Todas as mulheres deveriam realizar uma avaliação e um treinamento dessa musculatura!
ELAINE SPINASSÉ CAMILLATOFisioterapeuta
Especialista em Uroginecologia e Obstetrícia
Mestre em Ciências da Saúde
(31) 8801 6434
Exercícios para o Assoalho Pélvico (músculos da vagina e do ânus) melhoram as condições do parto e minimizam distúrbios miccionais.
EXERCÍCIOS PARA O ASSOALHO PÉLVICO MELHORAM AS CONDIÇÕES DO PARTO E MINIMIZAM DISTÚRBIOS MICCIONAIS
Durante o acompanhamento de uma gestante é muito
importante a avaliação da musculatura pélvica para garantir seu fortalecimento
e conscientização. Este fortalecimento objetiva a prevenção e/ou diminuição de
distúrbios urinários freqüentes na gestação, além de facilitar o parto normal,
preparando o músculo para o esforço que será demandado na hora do parto. De
qualquer forma, independente do tipo de parto, o assoalho pélvico é o “chão
pélvico”, ou seja, o suporte pélvico de todas as mulheres, devendo ser
trabalhado antes, durante e após a gravidez
O assoalho pélvico é o grupo muscular mais
traumatizado e representa o último obstáculo no momento do parto normal e sua
transposição será facilitada caso essa musculatura esteja condicionada a
relaxar. Quanto mais forte e bem percebido é o músculo, melhor será sua
capacidade de relaxamento voluntário. O fato dos exercícios aplicados ao
assoalho pélvico aumentarem a circulação das vísceras pélvicas, faz com que
diversos especialistas sugiram que esses exercícios sejam incluídos em todas as
sessões pré-natais. Caso essa musculatura seja insuficiente pode ocorrer
prolapso genital, incontinência urinária de esforço e disfunção sexual.
Os exercícios do
assoalho pélvico devem ser realizados por um fisioterapeuta especializado em
obstetrícia, este profissional garantirá uma conduta apropriada para cada
gestante e sua individualidade. Além dos exercícios pélvicos o fisioterapeuta
promove tratamento de dores lombares, pélvicas e cervicais, controle do ganho
de peso, drenagem linfática manual e exercícios aeróbicos monitorado .
O fato da mulher se exercitar contribuirá para uma
sensação de bem-estar, auto-confiança e maior capacidade de recuperação
emocional e física. Além disso, o exercício pode diminuir o tempo do trabalho
de parto e a dor, pois o vigor aumentado certamente reduzirá a ansiedade,
melhorando a tolerância à dor. Estudos comprovam que gestantes ativas tem uma
imagem corporal mais positiva, além de menor ansiedade, insônia, disfunções
sociais e número menor de casos de depressão.
O local onde será
realizado o exercício físico é muito importante, devendo ser evitado lugares e
piscinas muito quentes, para que não haja hipertermia na gestante.
Elaine Spinassé
Camillato
Fisioterapeuta
Especialista em Obstetrícia
Atendimento por
convênios, particular e domiciliar.
(31) 88016434
Assinar:
Postagens (Atom)



